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Contratos de opções de milho são 100% negociados e disputa gera ágio de mais de 1000% nos prêmios



Publicada as 21:48h em 4 de maio de 2017

A primeira de uma série de leilões em apoio à comercialização do milho foi realizada, englobando PEP, Pepro e contratos de opção – este último, que, por sua vez, teve bastante aceitação por parte dos produtores.

Francisco Peres, da Labhoro Corretora, comenta que esse leilão funcionou como uma espécie de “ensaio bem-sucedido”. No Pep, a comercialização não chegou a 10%, com prêmio considerado baixo no mercado, além das questões de entrega técnica do produto, com um prazo curto para 7 de julho. O sucesso foi focado nos outros dois leilões.

Nos contratos de opção, foram negociados 7.400 contratos, 100% do total, com uma disputa grande. O prêmio teve um crescimento expressivo, entretanto, de acordo com o mercado. No Pepro, a região 3, que começa em Diamantina e vai até Sapezal, teve um prêmio baixo, o que fez com que o interesse fosse pouco. Já na região 1, o prêmio saiu diferente da abertura e 100% foi comercializado, assim como na região 2, que o preço saiu na abertura.

Peres lembra que o leilão possui um aspecto técnico e um aspecto psicológico durante a sessão, o que leva os preços a serem diferentes do ponto inicialmente programado. Entretanto, o fato é que os volumes serão relativamente baixos quando comparados ao tamanho da safra. Ele destaca ainda que a Companha Nacional de Abastecimento (Conab) vem aperfeiçoando o mecanismo de leilão e que não existe mais solicitação de desobrigação, o que pede mais responsabilidade dos produtores para disputar e arrematar o prêmio. Os produtores que não comprovarem o escoamento do milho podem ser penalizados com 10% do prêmio.

Ele explica, ainda, que em termos de fluxo de caixa, o Pep é mais atraente para os produtores, embora os contratos de opção deem o direito dos produtores venderem a R$17,87 para o governo, independentemente do mercado subir ou cair – caso ele queira exercer ou não esse direito, não há nenhuma penalização.

Por: Aleksander Horta e Izadora Pimenta
Fonte: Notícias Agrícolas
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