Dois engenheiros que prestaram serviço para a Vale em Brumadinho na barragem que se rompeu na semana passada, deixando dezenas de mortos e centenas de desaparecidos, foram presos nesta terça-feira um São Paulo a pedido da Justiça de Minas Gerais, informou o Ministério Público de São Paulo.
Segundo uma fonte com conhecimento da decisão judicial que determinou a prisão, os engenheiros foram responsáveis por atestar a segurança da barragem na mina do Córrego do Feijão, em Brumadinho.
O rompimento, ocorrido na sexta-feira, deixou ao menos 65 mortos e 279 desaparecidos, de acordo com o último balanço das autoridades divulgado na noite de segunda-feira, após ter lançado uma enorme avalanche de lama de rejeitos sobre comunidades, a área administrativa da própria Vale e a cidade.
(Por Pedro Fonseca)
SÃO PAULO (Reuters) – A mineradora Vale afirmou nesta terça-feira que “permanecerá contribuindo com as investigações” sobre o rompimento de sua barragem de Brumadinho (MG), na semana passada, que deixou dezenas de mortos e centenas de feridos, em comentários publicados após a prisão de funcionários da empresa e terceirizados por autoridades.
“Referente aos mandados cumpridos nesta manhã, a Vale informa que está colaborando plenamente com as autoridades”, disse a Vale por meio de sua conta no Twitter.
O Ministério Público de Minas Gerais confirmou que foram decretadas prisões por 30 dias de engenheiros terceirizados que atestaram a estabilidade da barragem que rompeu e de três funcionários da Vale que estariam envolvidos no empreendimento minerário e seu licenciamento.
(Por Luciano Costa)
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Fonte: Reuters