A partir de agora, a eleição presidencial será um dos principais focos de atenção do mercado financeiro.
Com a definição dos candidatos, fica aberta a temporada de campanha, pesquisas e boatos que servirão para muita especulação com os preços dos ativos. O vaivém das cotações tende a ser ainda maior, porque nunca houve uma eleição tão incerta como esta.
Três ou quatro candidatos têm chances de ir para o segundo turno. Para o mercado, o novo presidente precisa estar comprometido com o ajuste fiscal, o que inclui uma agenda de privatizações.
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