Milho: Após altas recentes, mercado passa por correção nesta 5ª feira e exibe leves quedas na CBOT

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A sessão desta quinta-feira (24) foi negativa aos preços do milho praticados na Bolsa de Chicago (CBOT). As principais posições da commodity ampliaram as perdas durante o pregão e finalizaram o dia com quedas de mais de 4 pontos, uma desvalorização acima de 1%. O vencimento julho/18 era cotado a US$ 4,04 por bushel, enquanto o setembro/18 operava a US$ 4,13 por bushel.

O mercado recuou após subir nos últimos três pregões. “O milho recuou de altas de mais de 10 meses, com a aceleração das vendas dos agricultores no mercado à vista, o que provocou vendas comerciais”, reportou a Reuters internacional.

Outro fator que segue no radar dos participantes do mercado é comportamento do clima no Meio-Oeste dos EUA. Até o momento, os produtores americanos já plantaram 81% da área prevista para essa temporada.

Em algumas regiões, o clima úmido interrompeu o plantio do cereal. Já em outras localidades, é o clima mais seco que tem preocupado. “As lavouras semeadas recentemente enfrentam uma difícil estação de crescimento pela frente”, destacou a Reuters em seu comentário diário.

Ainda hoje, o USDA (Departamento de Agricultura dos Estados Unidos) reportou seu boletim de vendas semanais. Na cereal, as vendas somaram 854,3 mil toneladas, volume dentro das apostas dos investidores, entre 700 mil a 1,1 milhão de toneladas.

Da safra nova, o número ficou em 273,4 mil toneladas. As estimativas dos traders giravam em torno de 100 mil a 250 mil toneladas de milho.

Mercado brasileiro

A quinta-feira (24) foi de ligeiras movimentações aos preços do milho praticados no mercado doméstico. Segundo levantamento realizado pelo economista do Notícias Agrícolas, André Lopes, no Paraná, nas praças de Ubiratã, Londrina e Cascavel, a valorização foi de 1,52%, com a saca do cereal a R$ 33,50.

Em Palma Sola (SC), a saca subiu 1,41% e terminou o dia a R$ 36,00. Na localidade Pato Branco (PR), o ganho ficou 0,57% e a saca a R$ 35,20.

Em contrapartida, em Sorriso (MT), a saca de milho recuou 5,56% nesta quinta-feira e o preço a R$ 17,00. No Porto de Paranaguá, o dia foi de estabilidade, com a saca futura, para entrega em agosto/18, a R$ 40,50.

No mercado doméstico, os especialistas reforçam que os negócios são quase inexistentes. “Com a logística afetada, a oferta do cereal também é comprometida nos principais polos consumidores. Por outro lado, a indústria de produção de alimentos ou granjas de animais necessitam de matéria-prima constantemente”, destacou a Radar Investimentos nesta quinta-feira.

Em Santa Catarina, o vice-presidente da Faesc (Federação da Agricultura e Pecuária do Estado de Santa Catarina), Enori Barbieri, destacou que, por enquanto, os animais da agroindústrias estão sendo alimentados. Porém, a preocupação é com a falta de milho para a ração, que pode agravar o cenário.

Dólar

A moeda norte-americana recuou 0,64% nesta quinta-feira e fechou o dia a R$ 3,6483. “O câmbio foi influenciado pela cena doméstica com a greve dos caminhoneiros prejudicando o abastecimento do país, e com a cena externa voltando a ficar mais tensa”, informou a Reuters.

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Fonte: Notícias Agrícolas

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