Milho: Semana é marcada por negócios nas exportações, mas volume embarcado segue aquém do esperado

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A quinta-feira (22) foi de estabilidade aos preços do milho praticados no mercado doméstico. Conforme levantamento realizado pela equipe do Notícias Agrícolas, apenas em Brasília, a saca caiu 4,62% e encerrou o dia a R$ 31,00. No restante das praças pesquisadas, o dia foi de calmaria.

O cenário é decorrente do feriado do Dia de Ação de Graças, comemorado nesta quinta-feira nos Estados Unidos. Com isso, a Bolsa de Chicago (CBOT) não registrou operações hoje, os negócios serão retomados nesta sexta-feira (23).

Apesar da aparente tranquilidade, o consultor de mercado da Brandalizze Consulting, Vlamir Brandalizze, reforça que a semana foi marcada por uma retomada nos negócios para exportação. “Tivemos muitos negócios sendo realizados principalmente em Mato Grosso, com embarques para os meses de dezembro e janeiro e preços próximos de R$ 37,00 a saca nos portos, acima do registrado no ano anterior, de R$ 27,00/sc”, completa o especialista.

A informação é vista como favorável, já que ao longo de 2018 o ritmo das exportações de milho ficou aquém do que se esperava. Ainda de acordo com a consultoria, o volume de cereal embarcado entre janeiro e outubro está próximo de 15 milhões de toneladas.

De acordo com levantamento da Conab (Companhia Nacional de Abastecimento) divulgado em novembro, a perspectiva é que sejam embarcadas 23 milhões de toneladas do cereal na temporada 2017/18. Em outubro, a previsão estava em 25,5 milhões de toneladas.

“Além da quebra da safra, as dificuldades encontradas ao longo do ano em relação aos fretes, a queda do câmbio, devido à eleição do novo presidente da República e o surpreendente aumento das exportações de soja, devido às relações comerciais entre Estados Unidos e China foram fundamentais para este cenário”, informou a companhia em seu boletim mensal.

Embora haja uma perspectiva de melhora nas exportações nesse final de ano, a expectativa é de manutenção nos preços praticados no mercado doméstico, ainda segundo destaca Brandalizze. “Temos um mercado ainda lento, mas os preços já chegaram ao fim do poço”, reforça.

Além disso, o especialista ainda destaca que, no caso do mercado interno, os vendedores têm mais duas semanas pela frente para negociar o produto. Isso porque, em meados do mês de dezembro, as indústrias de ração paralisam a produção e as operações só deverão ser retomadas no início de 2019.

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Por: Fernanda CustódioFonte: Notícias Agrícolas

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