A cidade de São Paulo e a região metropolitana vivem nesta terça-feira (29) mais um dia de protestos em rodovias, filas nos poucos postos de gasolina que receberam combustível e redução em frotas de ônibus. CPTM e Metrô estenderam o horário de funcionamento.
Cerca de 5% dos postos de combustíveis do estado de SP receberam álcool e gasolina até a manhã desta terça, segundo o Sincopetro. Abastecimento nos postos só deve se normalizar em dez dias. Combustível tem saído das refinarias da Grande São Paulo sob escolta da Polícia Militar.
Levantamento feito pelo Bom Dia São Paulo mostra que apenas duas das 20 universidades consultadas, entre públicas e particulares, funcionam normalmente e mantiveram as aulas.
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Cerca de 5% dos postos de combustíveis do estado de SP receberam álcool e gasolina até a manhã desta terça-feira (29), segundo o Sincopetro. As filas nos postos ainda são grandes e a distribuição irregular.
De acordo com com o presidente do Sindicato Comércio Varejista de Derivados Petróleo do Estado São Paulo (Sincopetro), a situação ainda não foi normalizada. “Houve um número de entrega pequeno que alivia um pouco, mas a situação está longe de ser normalizada”, disse ele ao G1.
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RESUMO
Concessionárias informam 21 pontos de manifestação em rodovias de MG
Motoristas enfrentam longas filas em postos que começaram a ser reabatecidos
Ônibus voltam a circular em Belo Horizonte neste 9º de paralisação
Aulas nas escolas estaduais e na rede municipal de BH estão suspensas
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Algumas cidades do Sul de Minas já começam a receber combustíveis. Em Ribeirão Vermelho, um posto que fica às margens da Rodovia Fernão Dias recebeu um carregamento na manhã desta terça-feira (29) e atraiu muita gente. Segundo informações de funcionários, as carretas com 40 mil litros de gasolina e 15 mil litros de etanol e diesel saíram da Refinaria da Petrobrás em Betim e chegaram com escolta policial.
Outro município que recebeu combustível foi Elói Mendes (MG). Lá chegaram gasolina e diesel destinados para a saúde e a segurança pública. Os veículos serão abastecidos no pátio da prefeitura.
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Homens do Exército chegaram na manhã desta terça-feira (29) à Rodovia Fernão Dias, em Extrema (MG), na divisa entre Minas Gerais e São Paulo (SP). Segundo a assessoria de comunicação da 11ª Brigada de Infantaria Leve, estão sendo montados pontos de controle na rodovia mineira, assim como em outras rodovias paulistas para garantir um corredor livre de tráfego de veículos.
“Estamos montando pontos de controle, esses pontos visam garantir o acesso à rodovia e que ela trafegue normalmente, que não haja nenhuma manutenção ou nenhum ponto de bloqueio novo, então essa é a missão, garantir que a rodovia fique uma rodovia livre, um corredor livre, para as pessoas que circularem não terem o risco de bloqueio”, disse ao G1 o tenente coronel Eduardo José Lopes Gonçalo, chefe da seção de comunicação da 11ª Brigada de Infantaria Leve.
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Motoristas enfrentaram poucas filas para abastecer os veículos, em postos de combustíveis da Grande Vitória, na noite desta segunda-feira (28).
Segundo o Sindicato do Comércio Varejista de Derivados de Petróleo do Estado do Espírito Santo (Sindipostos-ES), 75% dos postos de combustíveis da Grande Vitória e 50% no interior do Espírito Santo foram reabastecidos com gasolina e diesel nesta segunda.
O oficial de justiça Sandro Simões contou que passou a semana economizando combustível e só agora conseguiu parar para abastecer.
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Um comboio de 400 carretas com alimentos era escoltado para a Ceasa de Irajá, na Zona Norte do Rio, no início da tarde desta terça-feira (29).
Mesmo com a caixa de 30 dúzias a R$ 150, os comerciantes faziam filas. Segundo o gabinete de intevenção, tropas estavam na rodovia Presidente Dutra em direção a Barra Mansa, no interior do Estado. Muitas das mercadorias que vinham de outros estados, como Minas Gerais, só chegaram nesta terça-feira ao Ceasa.
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Alguns dos hospitais que assinalaram para a possibilidade do atendimento não ser garantido a partir de segunda-feira (28)relataram continuidade no atendimento, mesmo com a falta de combustível. Alguns estão acompanhando a situação; outros acionaram planos de contigenciamento — com acompanhamento atento de estoque e priorização de emergências. Há os que chegaram a fretar avião, fazer compras emergenciais e contratar veículos particulares a gás para a compra de materiais.
As instituições informam que reuniões são feitas diariamente e comitês foram acionados para uma eventual crise mais grave de abastecimento. O G1 conversou com alguns hospitais em São Paulo, Brasília, Bahia, Porto Alegre e Rio de Janeiro para avaliar como as instituições estão lidando com esse momento.
O A.C. Camargo Cancer Center, referência para o tratamento do câncer em São Paulo, informa que as reuniões diárias do comitê gestor feitas no hospital passaram a incluir uma avaliação atenta de potenciais efeitos da paralisação. O hospital diz ainda que há reservas consideráveis de medicamentos e de materiais e que o estoque é suficiente para toda essa semana. Sobre o acesso de pacientes à instituição, o hospital informa que as estações de metrô têm contribuído para o acesso.
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RESUMO
Comboio de caminhões desceu a Serra nesta madrugada com alimentos perecíveis
Alerj vota nesta terça projeto de redução da alíquota do ICMS de 16% para 12%
Segundo o sindicato da categoria, 10% dos postos de combustíveis foram abastecidos
Motoristas formam filas em postos da Região Metropolitana do Rio
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Motoristas seguem formando filas em postos de combustíveis de Porto Alegre, principalmente após a divulgação de uma lista pela prefeitura com locais que fariam o abastecimento de veículos de passeio nesta terça-feira (29).
De acordo com o Gabinete de Crise da prefeitura, a previsão é de que, ainda nesta terça, mais 60 postos de combustível passem a abastecer na capital, além dos 24 já anunciados. Desde o fim de semana, alguns locais recebem combustíveis, mas as filas são longas, o que faz com que motoristas fiquem horas à espera de gasolina.
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O Ministério Público Federal (MPF) entrou com uma ação civil pública na Justiça contra duas empresas suspeitas de impedirem o transporte de combustíveis no Rio Grande do Sul. Conforme a petição do MPF, a Transportes Dalçoquio LTDA e a Henrique Stefani Transporte e Logística LTDA devem cessar os protestos que impedem o abastecimento, sob pena de multa diária de R$ 1 milhão em caso de descumprimento. O pedido, feito na segunda-feira (28), ainda precisa ser analisado pela Justiça Federal do Rio Grande do Sul (JFRS).
De acordo com o MPF, as empresas citadas são as duas únicas no estado que têm contrato em vigor com a BR Distribuidora, responsável pela coleta de combustível na Refinaria Alberto Pasqualini (Refap), em Canoas, na Região Metropolitana de Porto Alegre.
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A manifestação dos caminhoneiros contra a alta do preço do diesel chega nesta terça-feira (29) ao nono dia com impactos nas estradas e em diferentes setores como transporte, saúde e educação. Em Florianópolis e região, em apoio aos atos, a circulação dos ônibus foi interrompida por três horas e retornou com restrições de horários e de frota. Joinville, Blumenau, Chapecó e Criciúma também enfrentam redução nos horários dos coletivos. Seis municípios catarinenses decretaram situação de emergência e um, de calamidade pública, por causa do desabastecimento.
Até 11h, foram registrados mais de 150 pontos de atenção nas rodovias estaduais e federais. Manifestantes fizeram um protesto na BR-101, no km 116 e chegaram a interditar totalmente a via sentido Sul, em Itajaí, no Vale, até as 8h.
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A entrada da distribuidora de combustível em Biguaçu, na Grande Florianópolis, foi liberada nesta terça-feira (29). Os caminhoneiros cumpriram a decisão judicial de segunda-feira (28), que solicitava o desbloqueio em 24 horas antes que fossem “autorizadas medidas de força policial”.
Até a manhã desta terça-feira (28), outras cinco distribuidoras de combustível de Santa Catarina estavam bloqueadas, conforme o Sindicato do Comércio Varejista de Derivados de Petróleo de Santa Catarina (Sindipetro-SC), por causa da greve dos caminhoneiros que completa nove dias.
O portão de acesso a distribuidora, que atende a região da Grande Florianópolis, estava interditado pela manhã por caminhões e máquinas agrícolas. O desbloqueio ocorreu sem conflitos.
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RESUMO
Há 172 pontos de protestos nas estradas estaduais e 84 em rodovias federais
Universidades e escolas de todas as regiões suspendem aulas
Principais cidades estão sem combustíveis
No Paraná, caminhões com cargas essenciais serão liberados
Em Curitiba, venda de gás começa a ser normalizada
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Quatro caminhões-tanque devem escoltados de Paulínia (SP) para Mato Grosso com carga de combustível para o Aeroporto Marechal Rondon, que fica em Várzea Grande, na região metropolitana de Cuiabá. Segundo a Polícia Rodoviária Federal (PRF), a escolta deve ser realizada ainda nesta terça-feira (29).
A falta de combustível nos terminais é reflexo da paralisação dos caminhoneiros que fazem manifestação pelo 9º dia.
A Polícia Rodoviária Federal (PRF) informou que são 30 locais com manifestações nas rodovias federais, mas não informou o local de cada um.
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